sexta-feira, 14 de abril de 2017

CURAR OU MATAR.

   Para cada remédio ou aparelho que possa curar a doença no ser humano é introduzido no mercado um milhão de artefatos que mutila ou mata. Desta vez, no entanto, aconteceu diferente. Acabo de ler nos jornais que um estudante brasileiro que fazia estágio nos Estados Unidos descobriu, através de pesquisas nos laboratórios de Harvard em Massachusetts, um novo meio para curar a tuberculose, que no mundo mata tanto quanto a AIDS, sem a necessidade do uso do antibiótico, que agride a flora do organismo combalido. (Dessa vez com o auxílio dessa mesma força armada) O estudante pernambucano desenvolveu a tecnologia que é capaz de tratar infecções através da irradiação de luz nos tecidos humanos. Em uma frequência que mata até mesmo as bactérias, chamadas de resistentes, os equipamentos são capazes de eliminar a infecção em cerca de 60 minutos.  Bem mais eficiente que os antibióticos que existem nas farmácias e hospitais, a pesquisa já foi testada, graças ao patrocínio do do exército norte-americano para eliminar uma bactéria encontrada em ferimentos de soldados que voltaram do Iraque. 
Como uma lanterna portátil, o equipamento conta com lâmpadas de led preparada para irradiar uma frequência determinada de luz, que é visível aos nossos olhos e não tem efeito colateral.
Uma microagulha guia essa luz, da fonte para dentro dos tecidos, atingindo até mesmo áreas mais profundas.